quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Sempre, desde que compreendi o radical da Democracia (Do grego Demo = Povo e Kracia = Escolha, compreendendo a sentença por “Escolha do Povo”), me questiono quanto ao interesse decisivo do povo brasileiro.


Vivemos em um país pseudo democrata onde o povo não escolhe absolutamente nada, submetendo-se aos caprichos de um governo que, conforme o próprio termo afirma, tem o intuito de governar a nação, esquecendo-se de que uma nação é feita não por sua liderança eleita, mas pelo povo que a ascende.


Vemos aí uma grande variedade de partidos políticos e suas respectivas plataformas, diferenciados somente por seus nomes e rostos quando da ascensão.


Mas o que mais surpreende, de fato, e a peculiaridade dos novos nomes e rostos dispostos no atual quadro de aspirantes políticos que vemos por aí, dentre eles jogadores de futebol, musicistas de qualidade questionável, voltados à cultura em massa, e humoristas de terceira qualidade.


Encabeçando a grotesca pintura supramencionada, encontramos um elemento intitulado “Tiririca”, indigno sequer de se desvencilhar de uma persona absurda em sua propaganda eleitoral, cuja proposta politica é “Pior do que está não fica. Vote Tiririca”.


Considerando, pois, o falho poder decisivo de um povo que desconhece seu próprio poder governamental, vejamos se o imbecil intelectualmente simiesco, de acordo com a imagem vendida, não consegue um cargo de grandes responsabilidades, reduzindo a pouca dignidade brasileira aos seus excrementos fétidos.


O circo está armado e, a palhaçada, declarada. Quero ver na posteridade alguém reclamar do declínio nacional após as eminentes eleições.

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Prudência

Os maiores acontecimentos sociais são oriundos de iniciativas imprudentes com fundamentos vagos, justificadas por ideais bonitos e vazios que, por mera força do acaso, acabam dando certo.

Viver prudentemente delimita os parâmetros da vida àquilo sobre o qual se mantém total controle, impossibilitando a abrangência de novas possibilidades.

É esta imprudência que destaca os grandes nomes da humanidade pois, aqueles que conseguiram algo, certamente tentaram. Imprudentemente.

Sejamos impudentes, portanto, e façamos juz à vitória daquela gozada corrida em que competimos com milhões de irmãos nossos.

Bem, fica aí o recado. Aqueles acharem útil, bom proveito. Aqueles que não acharem, apertem Ctrl P e passem o texto na bunda.