Sempre, desde que compreendi o radical da Democracia (Do grego Demo = Povo e Kracia = Escolha, compreendendo a sentença por “Escolha do Povo”), me questiono quanto ao interesse decisivo do povo brasileiro.
Vivemos em um país pseudo democrata onde o povo não escolhe absolutamente nada, submetendo-se aos caprichos de um governo que, conforme o próprio termo afirma, tem o intuito de governar a nação, esquecendo-se de que uma nação é feita não por sua liderança eleita, mas pelo povo que a ascende.
Vemos aí uma grande variedade de partidos políticos e suas respectivas plataformas, diferenciados somente por seus nomes e rostos quando da ascensão.
Mas o que mais surpreende, de fato, e a peculiaridade dos novos nomes e rostos dispostos no atual quadro de aspirantes políticos que vemos por aí, dentre eles jogadores de futebol, musicistas de qualidade questionável, voltados à cultura em massa, e humoristas de terceira qualidade.
Encabeçando a grotesca pintura supramencionada, encontramos um elemento intitulado “Tiririca”, indigno sequer de se desvencilhar de uma persona absurda em sua propaganda eleitoral, cuja proposta politica é “Pior do que está não fica. Vote Tiririca”.
Considerando, pois, o falho poder decisivo de um povo que desconhece seu próprio poder governamental, vejamos se o imbecil intelectualmente simiesco, de acordo com a imagem vendida, não consegue um cargo de grandes responsabilidades, reduzindo a pouca dignidade brasileira aos seus excrementos fétidos.
O circo está armado e, a palhaçada, declarada. Quero ver na posteridade alguém reclamar do declínio nacional após as eminentes eleições.
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